Civ Centro de Imagem Veterinária

O Centro de Imagem Veterinária veio para auxiliar no diagnóstico, com moderna tecnologia à disposição do seu animal de estimação.

O Centro de Imagem Veterinária conta com Radiologia Digital, Ultrassonografia e Ecocardiografia de Alta Resolução, além de Tomografia Computadorizada Multislice de 6 canais.

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Hoje já é possível contar com tecnologias de ponta usadas na medicina para o auxílio diagnóstico também na medicina veterinária.

Esse é o caso da Tomografia Computadorizada, que vem ganhando cada vez mais espaço na medicina veterinária. Com ela, é possível fazer diagnósticos antes não identificados pela falta do método, e assim contribuindo na terapêutica e sobrevida dos nossos pets.

É um exame não invasivo, rápido e extremamente confiável, que utiliza Raios-X para a formação da imagem em três planos (transversal, sagital e dorsal) além de reconstruções fieis em 3D. Ela se torna um exame superior pois elimina as sobreposições do exame radiográfico e forma imagem mesmo na presença do osso e gás, o que é um limitante para o exame ultrassonográfico.

Dentre as principais indicações para a realização do exame de Tomografia Computadorizada estão as suspeitas de hérnias de disco intervertebrais, tumores intracranianos, hidrocefalia, doenças inflamatórias do parênquima cerebral, pesquisa de metástases pulmonares e abdominais, outras doenças pulmonares, neoplasias abdominais e shunts portossistêmicos.

Abaixo você encontra uma lista completa das indicações para o exame.

  • afecções da cavidade nasal e seios paranasais
  • alterações de bula timpânica e canal auricular
  • neoplasias cerebrais
  • trauma craniano e fraturas
  • displasia do cotovelo (fragmentação do processo coronóide)
  • massas abdominais ou torácicas
  • pesquisa de metástases
  • planejamento cirúrgico de afecções osteoarticulares
  • ureteres ectópicos
  • alterações de coluna como hemivértebras, neoplasias, fraturas e hérnias de disco intervertebrais
  • detecção de alterações vasculares como shunt portossistêmico

Link para o Preparo para exames com anestesia ou sedação (Tomografia ou Radiografia)

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A ultrassonografia é um meio diagnóstico muito difundido na medicina veterinária e essencial para a detecção de algumas doenças. Por meio de feixes sonoros de alta frequência não audíveis ao ouvido humano emitidos e depois recebidos pelo aparelho, a imagem é formada em tons de cinza dependendo da densidade das estruturas. É um exame indolor, e não há a necessidade de sedação para o exame na maioria das vezes.

Com o recurso do Doppler, é possível fazer a avaliação detalhada dos fluxos sanguíneos.

Dentre as principais indicações para o exame ultrassonográfico estão o esclarecimento de dor abdominal, aumento de volume abdominal, emagrecimento progressivo, presença de corpos estranhos e processos obstrutivos gastrintestinais, acompanhamento gestacional, entre outras.

Com o auxílio da ultrassonografia também é possível guiar biópsias e punções, deixando esses procedimentos mais seguros para o paciente.

Para a realização do exame ultrassonográfico é importante que o paciente esteja ao menos com 4 horas de jejum alimentar. Não há nenhuma restrição quanto a água e, para uma boa avaliação da bexiga, é importante que a mesma esteja cheia. Então deve-se evitar que o animal urine por pelo menos uma hora antes do exame.

Link para o Preparo para o exame de Ultrassonografia

Hoje já é possível contar com tecnologias de ponta usadas na medicina para o auxílio diagnóstico também na medicina veterinária.

O exame radiográfico é o método de diagnóstico por imagem mais antigo utilizado até hoje na medicina e continua trazendo grandes informações sobre muitos sistemas.

É um exame de baixo custo e rápido para se obter resultados.

É possível avaliar a integridade óssea de várias estruturas, determinar padrões pulmonares, etc.

Também é possível fazer uso de técnicas contrastadas para uma melhor avaliação de trato urinário e gastrintestinal.

As principais indicações para o exame radiográfico são: quando há suspeita de fraturas ósseas, degenerações articulares, doenças pulmonares, obstruções ou presença de corpo estranho gastrintestinais, entre outros.

Com o advento da digitalização da imagem radiográfica, as informações trazidas com o exame são ainda mais precisas por terem uma definição melhor de imagem.

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A ecocardiografia é o exame ultrassonográfico do coração, e tem sido utilizado na medicina veterinária desde o início dos anos 80. É considerado padrão ouro para o estudo de anatomia, morfologia e função cardíacas, indicado para avaliação de muitas cardiopatias, adquiridas ou congênitas. Trata-se de um exame não invasivo, realizado com o paciente acordado e sem preparo prévio. É um exame que normalmente é realizado pelo cardiologista.

As indicações para a realização do exame são:

  • Avaliação de pacientes com suspeita de cardiopatia;
  • Em pacientes com tosse persistente, intolerância a exercícios, letargia, cianose, sopro cardíaco, pulso fraco, síncope;
  • Em pacientes com edema pulmonar;
  • Na suspeita de doenças cardíacas congênitas;
  • Para identificar a causa de cardiomegalia detectada ao eletrocardiograma ou exame radiográfico;
  • Avaliar pacientes com sons questionáveis à auscultação cardiopulmonar;
  • Identificar a progressão da doença cardíaca e sua terapia;
  • Identificar efusões pericárdicas, pleurais, massas pericárdicas e tumores cardíacos.

As modalidades ecocardiográficas convencionais incluem a ecocardiografia bidimensional (B-mode), que é utilizada na avaliação qualitativa do coração e pericárdio, e a ecocardiografia M-mode, que fornece informações quantitativas durante a sístole e a diástole e permite o cálculo de índices da função miocárdica. Por meio do exame ecocardiográfico é possível determinar a dimensão das câmaras cardíacas, massa muscular dos ventrículos, função sistólica ventricular, função diastólica, fluxo através das valvas e vasos e as conexões das estruturas cardíacas. O estudo Doppler é um exame complementar ao ecocardiograma e analisa a direção, velocidade e turbulência do fluxo sanguíneo através das valvas e vasos. O mapeamento de fluxo a cores facilita a detecção de regurgitações e estenoses valvares, sendo essencial para o diagnóstico de cardiopatias congênitas.

Alguns exemplos de diagnósticos possíveis com o estudo ecocardiográfico:

  • Insuficiências / estenoses valvares;
  • Displasias valvares;
  • Cardiomiopatias (dilatada, hipertrófica e restritiva);
  • Pericardite constritiva;
  • Presença de massas intra ou extracardíacas;
  • Persistência de duto arterioso;
  • Defeitos septais (atrial e ventricular);
  • Tetralogia de Fallot;
  • Combinação de defeitos.

As três modalidades de ecocardiografia são utilizadas em conjunto para o diagnóstico das afecções cardíacas e para o monitoramento da resposta ao tratamento das cardiopatias.

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